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Os anos passam, mas os sentimentos não.
Ola leitores e leitoras desta amada página de diário!
Nas próximas duas semanas teremos histórias pra lá de especiais então hoje quero dedicar essa pagina a todas as pessoas que ainda não acreditam que este mundo é bem pequeno e que dá inúmeras voltas.
Quando estava no ensino fundamental 1 (antigo primário) conheci o Samuel, como éramos duas crianças pouco conversávamos ou brincávamos, mas quase sempre voltávamos pra casa juntos
Já no ensino fundamental 2 (antigo ginásio) as classes foram separadas e passei três anos estudando longe do Samuel, mas a volta pra casa era sempre divertida, mesmo quando ele ficava calado, já que era um pouco tímido.
No ensino médio nós nos afastamos mesmo, eu fui para um colégio em outro bairro e fiquei muito tempo sem vê-lo.
Alguns anos se passaram e em 2008, um tempo depois de eu ter assumido que sou uma gordelicia, o reencontrei na festa de aniversário de um amigo comum e foi muito divertido, conversamos muito, relembramos a infância, dançamos e eu percebi que aquele menino tímido cresceu e se tornou um homem bonito, interessante e responsável.
Ele disse que eu havia sumido, e tinha mesmo razão, sumi do mapa, só estudava e ficava trancada em casa lamentando por não ter um corpo perfeito que pudesse ser admirado na rua. Era a terceira ou quarta vez que saia com meus amigos depois do meu “renascimento”. Por sorte eu já havia me descoberto como mulher, pois se não fosse isso, jamais estaria naquela festa, naquele momento, e não encontraria aquele que faria meu coração bater tão acelerado.
Foi uma das melhores noites da minha vida, dia 11 de janeiro de 2008, num lugar improvável, onde não imaginaria encontrar alguém tão especial.
Afastamos-nos depois disso por medo, entre outras coisas, tive uma recaída e fiquei paranóica achando que ele não iria gostar do meu jeito, do meu corpo, que ele não me aceitaria… E se ele tivesse vergonha de mim? Foi um grande hiato de insegurança que durou quase um ano e fez com que eu perdesse o contato com Samuel, por medo, por vergonha, por burrice.
Mas, não desisti, depois de ter saído de um conturbado relacionamento com alguém que, entre outras coisas, não me aceitava bem fisicamente, voltei a conversar com o Samuel, que também havia saído de um relacionamento e acabamos nos unindo pela vontade de viver tudo o que deveríamos ter vivido em 2008.
Deixei de lado o frio na barriga e desde setembro eu e Samuel estamos juntos, ele gosta de mim do jeito que sou não tem vergonha de dizer que estamos juntos e felizes. Gosta de me abraçar e se orgulha de ter ao lado dele uma mulher forte e feliz. E eu também me orgulho de ter ao meu lado uma pessoa tão maravilhosa, que eu gosto tanto e me faz tão bem.
Depois de tanto tempo longe, não me imagino mais sem o Samuel e espero que esta história ainda renda muitas páginas para este diário.
Um abraço,
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Liliane é uma personagem fictícia que representa uma história que poderia ter acontecido com qualquer pessoa, em qualquer lugar. Então você pode ser essa pessoa, compartilhe sua história com a gente. CLIQUE AQUI e terá uma pagina especial no diário dessa Gordelicia.
Precisa-se de um amante
Li um texto que gostei muito, de autoria de Jorge Bucay (psicólogo, psiquiatra e psicoterapeuta argentino), coloco aqui como um estímulo para namorarmos mais a vida e sermos mais felizes…
Há que se ter um amante!!
Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam. Geralmente são essas últimas as que vêm ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores.
Elas me contam que suas vidas transcorrem monotonamente e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que elas encontram de dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: “Depressão“, além da inevitável receita do anti-depressivo do momento. Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que elas não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que elas precisam de um AMANTE!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu veredicto, Há as que pensam: “Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!” Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.
Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas com o meu conselho, eu explico o seguinte: AMANTE é “aquilo que nos apaixona”. É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir. O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro mas que nos desperta as maiores paixões e sensações indescritíveis.Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho quando é vocacional, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto… Enfim, é “alguém” ou “algo” que nos faz “namorar” a vida e nos afasta do triste destino de “durar”.
E o que é “durar”? Durar é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é a preocupação com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Durar é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo contentar-se com a incerta e frágil sugestão de que talvez possamos fazer amanhã. Por favor, não se empenhe em “durar”, procure um amante, seja também um amante e um protagonista … da vida. Pense que o trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é não se animar a viver; enquanto isso, e sem mais delongas, procure um amante… A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental: “Para estar satisfeito, ativo e sentir-se feliz, é preciso namorar a vida.” ______________________________________________________
Paixão e felicidade pela vida …
Este texto me fez pensar que : Muitas vezes vivemos apáticos pela vida, reclamando de tudo, nos culpando de tantas coisas, nesse momento de final de ano, onde a nostalgia e a reflexão batem na porta dos nossos corações de uma forma tão intensa, paramos para refletir, que não importa o obstáculo que existe, o importante é o que ainda temos para conquistar. Que todas as dificuldades nos trazem aprendizados.
Se você ainda não encontrou um grande amor, se ame e ame as pessoas, se apaixone pela vida e as possibilidades que aparecem com cada amanhecer, explore todas elas, se entregue sem medo, se doe sem medo também, o importante é você ser quem é , a felicidade é uma conquista diária , uma opção mesmo nos momentos mais críticos.
Nós podemos fazer tudo diferente e melhor a qualquer momento, se encontre lá no fundo do seu eu, descubra todas as suas qualidades e seus defeitos, e se perdoe, viva a vida com mais leveza e com muita paixão…. MUITA PAIXÃO
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Quando devo ir morar com ele ?
O namoro está correndo às mil maravilhas até agora, tudo muito bom e o amor é tanto, que já não faz mais sentido que cada um fique no seu canto. Vocês concluem que chegou a hora de dar mais um passo no relacionamento e passar a dividir o mesmo teto.
Ao mesmo tempo em que você pensa na possibilidade de poder dormir abraçada nele todas as noites, em cuidar um do outro, fazer tudo sem ter hora para voltar para casa, vem aquele friozinho na barriga e a dúvida: Será que é a hora certa para morar juntos?
Se está ou não na hora de juntar as escovas de dente, só você vai saber. Mas antes de tomar a decisão, é preciso levar em conta que algumas mudanças vão ocorrer e você precisa considerar os prós e os contras de morar com o namorado.
Quando se mora junto, algumas tarefas não são nada românticas na rotina de um casal, como pagar contas e dividir tarefas domésticas, por exemplo. É preciso ainda saber lidar com a falta de privacidade e os dias de mau humor, que acontecem com qualquer pessoa.
Por outro lado, as coisas boas em dividir a casa com o namorado podem fazer tudo valer a pena. Se você está vivendo este dilema, a dica é não ter pressa e analisar todos os pontos quantas vezes for preciso. A convivência na mesma casa pode sim ter sucesso, mas tudo depende de você e do seu namorado. Com muito amor, cumplicidade e tolerância é possível superar os pequenos problemas do cotidiano.
Fonte:Dicas de mulher
























