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Exercício, peso corporal e alimentos consumidos previne doenças
Quer manter o coração saudável e evitar doenças cardíacas? Faça contas. De acordo com o livro ‘Mitos da Saúde e 98 verdades que podem melhorar, prolongar e até salvar sua vida’, quantificar alguns hábitos ajuda a controlar e até prevenir a pressão alta e a ocorrência de problemas cardíacos. Isso inclui caminhar cada dia um pouco mais, perder peso, fazer exames regularmente e dosar sal e gorduras na alimentação.
A caminhada do dia a dia, por exemplo, pode ser contabilizada: 35 minutos deste exercício, 5 vezes por semana, numa velocidade moderada, ajudam na prevenção dos problemas do coração, além da perda de peso. E se o caso é tratar uma pressão elevada já existente, a caminhada de meia hora deve ser feita todos os dias. “O efeito vasodilatador só dura 24 horas”, explica o presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcus Malachias.
PERDER 5% DO PESO
Em pessoas que sofrem de hipertensão e têm alguns quilos a mais, perder 5% do peso é forma eficaz de normalizar a pressão. Segundo o cardiologista, esta regra vale para quem está acima do peso. “Quem está no peso certo não deve emagrecer, mas atentar para os outros fatores de risco, como o consumo de sal e gorduras e a falta de exercícios físicos”, orienta.
Na alimentação, deve-se ficar atento à quantidade de sal. Ela não pode passar de uma colher de sobremesa rasa (5g) por dia, já incluindo o sal que alguns alimentos contêm. Porções de grãos e saladas devem ser ingeridas diariamente. “E dois copos de leite desnatado ou o equivalente em laticínios, que previnem hipertensão e osteoporose”, conclui o cardiologista.
CALCULE
CAMINHADA
Caminhe 10 mil passos por dia. Isso equivale a oito km e queima entre 400 e 500 calorias diárias. Use um podômetro para verificar quantos passos você costuma dar. Depois, adicione mil passos (800 metros) a cada semana, até 10 mil ou mais.
EXAMES
Faça check-up a cada 2 anos. Se houver histórico familiar de doenças cardíacas, o acompanhamento médico preventivo deve começar cedo.
ALIMENTAÇÃO
Por dia, 400g de frutas e hortaliças e 25g de grãos reduzem a absorção de gorduras saturadas e do colesterol, além de diminuírem a vontade de ingerir outros pratos com gordura e carboidratos.
Fonte aqui
Oi sou gorda
Passeando pelo blog Manual das Encalhadas encontrei este texto da Ana Claudia não resisti e resolvi reproduzir aqui . Achei muito digna a atitude dela, acompanhem ….
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Quem me conhece pessoalmente sabe que sou gorda. Quem me conhece há muito tempo sabe que eu era muito magra.
Engordei 20 kg depois da minha separação, mais problemas de saúde e todo o bla bla bla de gorda.
Quando eu era magra, tinha várias amigas, baladas e homens por perto. Engordei e tudo sumiu. No fim, me fez bem. Sei quem está perto de mim pelo que eu sou mesmo.
Afinal, meu caráter não mudou com a gordura. Já o de outras pessoas…
Me aceitei gorda, só falta vergonha na cara pra emagrecer. Não gosto de ser gorda, mas aprendi a conviver com isso e não fazer do corpo perfeito uma obsessão.
Aprendi a conviver com a opinião de outras pessoas, e se elas queriam jogar minha banha na minha cara, eu jogava as vergonhas delas direto na cara.
Exemplo: Minha família. Nos tradicionais almoços de domingo, assim que eu colocava o pé na casa dos meus avós não ouvia um “oi, tudo bem?”. Já ouvia um: “NOSSA, COMO VOCÊ ENGORDOU!” ou “MEU DEUS, VOCÊ ESTÁ UMA BOLA”. Isso doeu. Doeu demais. Como se eu tivesse deixado de ser a mesma Ana Claudia de sempre. Como se isso me descredenciasse como pessoa. Como se eu fosse inferior às minhas primas magérrimas.
Se eles jogavam na minha cara que eu era gorda, eu jogava na cara deles a gravidez na adolescência, as puladas de cerca, os falsos religiosos etc. Em um jantar de Natal eu passei dos limites e revelei pra duas pessoas que o irmão mais velho delas era bastardo, fruto de uma aventura. E que a mãe delas tinha 45 anos e não 50, como dizia ter só pra não saberem que foi mãe com 15 anos.
Aprendi, depois de engordar, a ser mais honesta com as pessoas. Dizem que fiquei mais intolerate, mas quem não ficaria?… Não me ofende que me chamem de gorda, até porque eu tenho espelho em casa. Ofende-me as pessoas me julgarem só por isso, sem me conhecerem realmente.
Pra quem não me conhece e me chama de gorda como isso fosse me ofender (o que acontece muito no twitter), digo: To pouco me fod**** pra você.
Outra coisa que me irrita, e muito, são aqueles caras que dizem adorar uma gordinha, dizem que é tudo de bom, e só andam com magras. Pera lá, amigo, cadê sua gordinha agora?
Ser gordinha não é ter quadril e peitão. Isso é ser curvilínea. Ser gordinha inclui braços grossos e uma barriga saliente. Não confunda nem pregue algo diferente. Não estou falando de obesidade mórbida, pois isso é doença. To falando de gordurinha mesmo.
É muito mais difícil hoje, solteira e gorda, eu encontrar um P.A. (pau amigo) do que antes. Mas encontro. E dos bons.
Alguns homens me vêem falando de sexo abertamente e logo pensam que estou disponível e sedenta por sexo (oh, boy, mais um assunto pra outra semana), mas não é assim que funciona. Ainda exijo respeito, apesar de manter relações estritamente sexuais nos últimos tempos.
Não sou objeto de tara, não sou feita de movimentos mecânicos.
Ainda sou uma mulher como qualquer outra, com mais inseguranças em relação ao corpo do que qualquer uma. Preciso ser tratada com carinho e respeito. É o mínimo que peço. Não ser subjulgada na hora do sexo, como sou quase todos os dias, quando eu ando na rua ou mesmo em um almoço de família.
Não sei, sinceramente, se quero mesmo emagrecer. Talvez operar os seios, pois prejudicam minha coluna e ficaram muito flácidos com a amamentação. Fora isso, estou muito bem. Minha saúde não corre risco, nem ocupo dois assentos em ônibus e avião.
Atualmente, a minha gordura anda incomodando mais as outras pessoas do que a mim mesma. Quem é gordinha pode reparar isso.
Aliás, se tiver algum (a) leitor (a) gordinho (a), peço que se pergunte: A quem mais incomoda sua gordura: a você ou aos outros? E por que você quer emagrecer? Por que você está incomodado com você mesmo, ou porque os outros se incomodam?
A sua felicidade e bem estar depende mesmo da opinião alheia, ou você anda valorizando outra coisa a não ser sua própria felicidade? Sua felicidade DEPENDE dos outros?
Pense nisso. Eu já tive homens maravilhosos, depois de gordinha, que minhas ‘amigas’ magras não tiverem. E por morrerem de inveja pararam de falar comigo.
Não digo que sou melhor que as magras, que isso fique claro. Mas TAMBÉM SOU MULHER, também tenho direito a tudo que elas têm, como amor, respeito, carinho, etc.
E também mereço que esses falsos admiradores de gordinhas revejam seus conceitos e percebam que curvas são diferentes de gorduras.
Agora dá licença, sai do caminho porque comigo aqui não passam duas pessoas nessa mesma porta. =*
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Fonte aqui
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Emagrecer não afasta preconceito
Mesmo depois de emagrecer, mulheres que perdem peso ainda sofrem com o estigma social, principalmente por parte de outras mulheres, revela pesquisa realizada pela Universidade de Liverpool, na Inglaterra. O estudo mostrou que elas consideram as ex-gordinhas inferiores, talvez pela preocupação com a competição.
Os homens, por outro lado, são mais propensos a se interessarem por uma mulher se souberem que um dia ela teve problemas de peso, provavelmente por considerarem que, em função disso, a potencial parceira é mais acessível.
Os pesquisadores da Universidade de Liverpool mostraram a mais de 200 pessoas uma foto de uma jovem magra chamada Jane, acompanhada de uma pequena biografia.

Em alguns casos, os participantes eram informados de que Jane sempre teve um peso saudável, mas em outros, ela era apresentada como tendo tido problema de sobrepeso no passado. Depois de olhar a foto e ler a informação, os homens e as mulheres foram questionados sobre o que pensavam sobre Jane.
As mulheres que foram informadas de que Jane foi gorda no passado a julgaram como uma pessoa inferior em relação à autodisciplina, simpatia e higiene pessoal, afirmaram os cientistas no Congresso Europeu de Obesidade, em Istambul, Turquia.
Eles disseram que a concorrência acirrada entre mulheres em relação à questão do peso e da atratividade pode fazer com que elas procurem motivos para considerar as outras piores. Uma mulher que conseguiu emagrecer é uma ameaça – e seu passado é um ótimo motivo para rebaixá-la. Jason Halford, da Escola de Psiquiatria da Universidade de Liverpool, disse:
- Realmente parece ser um problema internalizado pelas mulheres. A implicância prática disso é: você realmente quer divulgar sua história com o peso? Você vai querer ser honesta com relação a isso numa entrevista de emprego com outra mulher te entrevistando?
Ele acrescentou que, ao contrário, a pesquisa revelou que alguns homens “quase gostaram” do fato de Jane ter um histórico de problemas com a balança.
- Eles pareceram sentir que ela era mais acessível. Sem a história do peso, ela é mais propensa a não ser amigável, na opinião deles.
O que vocês pensam sobre isto ?
Fonte aqui























