Category Archives: Reflexão

Não esta satisfeita com seu corpo ? Se lamentar não resolve!

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No caso do mineiro Rafael Rocha Nascimento, de Araguari (MG), a falta de uma calça do seu tamanho em uma loja foi o gatilho necessário para o início da mudança no estilo de vida.

“Tinha 170 kg e estava morando em Brasília. Quando fui a uma loja, não tinha a calça no tamanho 64 e aquilo me deixou com raiva”, lembra o jovem. Na época com 21 anos, Rafael tinha dificuldade para comprar roupas e se sentia mal por nunca poder aproveitar as promoções nos shoppings para comprar peças bonitas. “Toda vez que eu gostava de algo, não tinha do meu tamanho. Era muito chato”, diz.

Após não achar a calça do seu tamanho, ele decidiu mudar. “Sempre fui gordinho e


Pare de sentir culpa por tudo

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Claro que, quando erramos, temos que nos desculpar. Ser humilde e reconhecer os próprios erros faz parte da vida. Mas, muitas vezes, nos sentimos culpadas sem termos feito nada errado! Veja como se livrar desse sentimento e sinta um alívio instantâneo

Você já reparou que a grande maioria das pessoas vive às voltas com a culpa? Culpapor não dar a atenção devida ao amigo. Culpa por não acolher tal pessoa. Culpa por ter (ou não) tomado tal atitude… Os motivos variam, mas lá está a culpa sempre nos atormentando.

Pois eu digo que a paz interior só será conquistada se você ouvir a própria alma e der espaço para o bom-senso. A culpa, minha gente, assim como a tristeza, a angústia, a pena e todas as sensações ruins, são puro sentimentalismo.


A cartografia do gordo-preconceito ,

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Passei muitos preconceitos por ser gorda e alta, quando me mudei para São Paulo, percebi que aqui o preconceito com o gordo é bem menor ou se apresenta  de uma forma mais leve do que na cidade  onde nasci (Belém). Tenho uma amiga conterrânea que escreve muito bem e que também é gorda, e como ela já veio para São Paulo , perguntei se ela percebia essa variação na  intensidade em como o preconceito se apresenta nas diferentes cidades , se ela notava essa diferença. (Nadja Leitão)

Abaixo segue o texto escrito lindamente pela Fernanda, para que possamos refletir sobre o preconceito …… espero que vocês gostem.

A cartografia do gordo-preconceito

Conversando com uma colega, também paraense, que vive em atualmente em São Paulo, discutíamos pontos de vista, relativos ao preconceito regional, imputado à população obesa, ou gorda. Ela perguntava-me se eu achava que o preconceito em Belém, era maior que em São Paulo, ou o contrário. Pensei, e ainda penso sobre o assunto.
Em primeiro lugar, todas as suposições e conjecturas pré conceituais, geralmente não têm fundamento, é o senso comum que impera. Observo, é que quanto mais distante as metrópoles estão do acesso aos bens culturais, maior torná-se o achismo e o pragmatismo. É mais fácil lidar com o desconhecido, marginalizando-o. Desta forma, penso que, por em Sampa, haver uma diversidade cultural e étnica, muito grande, e o acesso aos bens sociais estarem mais disponíveis à população, as pessoas acabam acolhendo melhor as diferenças, sendo mais tolerantes.
Em Belém, percebo ainda posturas, carregadas de machismo, de moralismo e indignação. É gente, acreditem, de indignação. Os olhares voltados aos gordos, é de total reprovação, como se a obesidade, fosse a “doença do desleixo”, da “preguiça” e definitivamente não é!
A população gorda, invadiu o território dos esguios, magros por convicção, esbeltos e todos aqueles não-gordos. Que grande ultraje, para uma franca maioria de tiranos da magreza!
Entretanto, não é assim só em Belém, já tive a oportunidade de viajar por alguns lugares do Brasil, e constatar comportamentos que se investigados, comporiam um grande mapa “etno-conceitual” (não vi este termo em nenhum lugar, não sei se existe), tendo como foco os gordos. Se esse estudo fosse realizado, não tenho a menor dúvida, que mostraria claramente que o fenômeno maior, não seria a obesidade, mas o pré-conceito (pré conceituação, sem validade científica, baseada em conhecimento de senso comum ou vulgar, típica de zonas onde prevalecem o pouco desenvolvimento cultural e também social).


Por Fernanda Lopes – Maiúscula por convicção!

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